
Os paulistanos nunca param e a Avenida Paulista, pólo econômico e cultural da cidade, também não. Passarela para os engravatados que saem apressados de seus enormes edifícios me surpreendeu no primeiro dia dessa primavera.
O sol e o dia quente animaram os moradores da terra da garoa, e eu também tive uma surpresa com a cidade. Fui parar na paulista para realizar um curso e o dia ensolarado me convidou para um passeio. O cenário é muito diferente do retrato diário da avenida. O movimento intenso é mais descontraído e os ternos trocados por roupas de ginástica.
A avenida paulista movimenta milhões de dólares por ano, é sede de empresas, bancos, hotéis e hospitais. Mas foram artistas de rua, música ao vivo, trabalhos artesanais e a feira de antiguidade que chamaram minha atenção. Sentei por alguns minutos no vão livre do MASP e me perguntei por que eu não faço isso mais vezes. E é exatamente nesse espaço que acontece a Feira de Antiguidades, referência do mercado de arte no Brasil. 120 expositores se agrupam no vão livre do MASP há 30 anos.
Curiosa, perguntei para um dos expositores que, com sua roupa quase fantasia, parecia que havia saído diretamente de um livro de história. “ Moço, o senhor trabalha com que durante a semana?”, com seu sotoque vindo diretamente de portugal me diz: “Oras, eu tenho meu ateliê, mas tem gente que só expõe aqui mesmo”. Queria poder falar com todos, conhecer cada uma daquelas pessoas e sua relação com São Paulo, a cidade que é tão deles.
Do outro lado da calçada as figuras menos históricas vendiam brincos, roupas, artesanatos ao som de uma alta poesia declamada dentro do parque Trianon.
Voltei feliz para casa, entendendo que essa São Paulo de tanta gente também pode ser um pouco minha.
O sol e o dia quente animaram os moradores da terra da garoa, e eu também tive uma surpresa com a cidade. Fui parar na paulista para realizar um curso e o dia ensolarado me convidou para um passeio. O cenário é muito diferente do retrato diário da avenida. O movimento intenso é mais descontraído e os ternos trocados por roupas de ginástica.
A avenida paulista movimenta milhões de dólares por ano, é sede de empresas, bancos, hotéis e hospitais. Mas foram artistas de rua, música ao vivo, trabalhos artesanais e a feira de antiguidade que chamaram minha atenção. Sentei por alguns minutos no vão livre do MASP e me perguntei por que eu não faço isso mais vezes. E é exatamente nesse espaço que acontece a Feira de Antiguidades, referência do mercado de arte no Brasil. 120 expositores se agrupam no vão livre do MASP há 30 anos.
Curiosa, perguntei para um dos expositores que, com sua roupa quase fantasia, parecia que havia saído diretamente de um livro de história. “ Moço, o senhor trabalha com que durante a semana?”, com seu sotoque vindo diretamente de portugal me diz: “Oras, eu tenho meu ateliê, mas tem gente que só expõe aqui mesmo”. Queria poder falar com todos, conhecer cada uma daquelas pessoas e sua relação com São Paulo, a cidade que é tão deles.
Do outro lado da calçada as figuras menos históricas vendiam brincos, roupas, artesanatos ao som de uma alta poesia declamada dentro do parque Trianon.
Voltei feliz para casa, entendendo que essa São Paulo de tanta gente também pode ser um pouco minha.
Marcela Marques
Nenhum comentário:
Postar um comentário